Do trabalho de assistência ao serviço cristão: uma abordagem agostiniana à crise contemporânea dos cuidados
DOI:
https://doi.org/10.21703/2735-6345.3543Palavras-chave:
San Agustín de Hipona, cuidados, Marta y María, estudios patrísticosResumo
O presente artigo propõe uma releitura do pensamento de Santo Agostinho de Hipona sobre o cuidado a partir do episódio evangélico de Marta e Maria (Lc 10, 38-42). A partir de uma perspectiva teológico-patrística e em diálogo com os debates contemporâneos sobre o cuidado, propõe-se que Agostinho despoja o cuidado de seu caráter feminizado para apresentá-lo como uma vocação universal da Igreja. O serviço ativo representado por Marta é compreendido como mediação necessária para a sustentação da vida e expressão concreta da caridade cristã, embora marcado pela temporalidade da condição humana. Em contraste, a contemplação de Maria encarna a plenitude escatológica a que tende toda ação eclesial. Desta forma, o cuidado é resignificado como uma prática comunitária e teológica que mantém a vida, antecipa o Reino e testemunha a união entre ação, fé e amor divino.
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